
O mercado de trigo vem encerrando o primeiro mês de 2026 em ritmo lento, aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Produtores seguem focados na colheita da safra de verão e no cultivo das lavouras de segunda safra, enquanto compradores se mostram presentes apenas para a renovação parcial de estoques. Nem mesmo as negociações externas reagiram, com importações e exportações inferiores às de janeiro de 2025.
De modo geral, pesquisadores explicam que vendedores negociam em situações pontuais, de acordo com a necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. Do lado da demanda, agentes indicam já estar abastecidos, com volumes remanescentes e por meio de contratos previamente firmados para janeiro e fevereiro, o que restringe ainda mais a procura no mercado físico no curto prazo.
Nesta segunda-feira (26/1), o indicador Cepea/Esalq registrou, no Paraná, a cotação de R$ 1.174,88 a tonelada para o trigo pão ou melhorador, uma queda de 0,62% no acumulado de janeiro. No Rio Grando do Sul, a tonelada do trigo brando estava cotada a R$ 1.054,08, uma alta de 0,77% desde o início do mês.
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