
A safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo Mineiro está na reta final, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). No campo, as atividades estão concentradas nas variedades tardias, mas o volume colhido está reduzido. Assim, muitas indústrias já passaram a operar de forma gradual em fevereiro, e, dentre as que ainda atuam, uma delas recebe os últimos contratos e processa os volumes próprios de laranja que restam.
O último levantamento do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), do final de janeiro, praticamente um mês atrás, apontava que restavam apenas 13% do volume total estimado para a safra 2025/26 para ser colhido. Segundo o Cepea, é muito provável que, neste final de fevereiro, esse índice corresponda a menos de 5%. A retomada do processamento nas indústrias envolvendo a laranja da temporada 2026/27 deve ocorrer entre abril e maio, com a entrada de algumas frutas temporãs e o início das precoces.
Em relação aos preços, o indicador do Cepea registrou, nesta quinta-feira (26/2), a cotação de R$ 32,50 para a caixa de 40,8 quilos da laranja industrial, uma baixa de 11,88% desde o início do mês. Para a laranja-pera, destinada ao consumo de mesa, o preço médio estava em R$ 42,40 a caixa, alta de 2,61% no acumulado de fevereiro.
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