
Enquanto persistem o impasse com as vendas de cacau nos maiores centros produtores da commodity, o preço seguiu em queda na bolsa de Nova York. Os lotes da amêndoa para maio fecharam em queda de 0,84% nesta quarta-feira (25/2), a US$ 3.052 por tonelada
Informações da Reuters, divulgadas pelo site Mercado do Cacau destacam que a Costa do Marfim – maior produtor mundial de amêndoas – pode encerrar a safra 2025/26 com um estoque acumulado de cerca de 200 mil toneladas não vendidas, segundo especialistas do setor e executivos do comércio global.
As vendas travadas são resultado da política de preços fixados pelo governo local aos produtores, que hoje está acima das cotações internacionais.
A manutenção de condições climáticas favoráveis para a safra intermediária no oeste africano também colocam pressão extra para os futuros do cacau na bolsa, que seguem nas mínimas de três anos.
Café
O preço do café cedeu na bolsa de Nova York após alta de mais de 2% na última sessão. Os lotes mais negociados na sessão, com vencimento em maio, fecharam em queda de 0,23%, a US$ 2,8485 por libra-peso.
Açúcar
O preço do açúcar encerrarou a sessão em Nova York próximos da estabilidade. Os papéis para maio tiveram baixa de 0,07%, a 14 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
O dia foi de alta para o suco de laranja na bolsa americana. O contrato para maio subiu 1,68% e fechou em US$ 1,7845 por libra-peso.
Algodão
Os preços do algodão também subiram na sessão de hoje. O contrato para maio avançou 0,93%, para 65,17 centavos de dólar por libra-peso.





