
Após as altas recentes na bolsa de Chicago, o preço da soja voltou a cair. Os contratos para março fecharam a sessão em leve queda, de 0,05% nesta quinta-feira (22/1), a US$ 10,64 o bushel.
Neste momento, as altas para a soja em Chicago são muito mais atreladas a fatores pontuais. No contexto geral, a tendência de queda permanece, diante da demanda pelo grão americano mais fraca e projeções cada vez mais otimistas para a safra no Brasil.
Nesse sentido, a Hedgepoint Global Markets aumentou a previsão para a colheita no país na temporada 2025/26 para 179,5 milhões de toneladas, acima das 178 milhões previstas anteriormente.
Segundo a consultoria, a colheita da safra deste ciclo chegou a 3%, e está adiantada em relação ao índice de 1,1% colhido nessa mesma época do ano passado. No momento em que as máquinas estão no campo, os mapas de clima indicam que a colheita deve seguir sem grandes problemas.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural
“As previsões para o mês de fevereiro apontam para chuvas abaixo da média nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, enquanto a região Sul deve receber chuvas acima da média no período”, disse a consultoria, em boletim.
Milho
Pautado por ajustes técnicos, o preço do milho avançou em Chicago. Os papéis para março tiveram alta de 0,53%, a US$ 4,24 o bushel.
Trigo
O preço do trigo subiu na bolsa de Chicago, com investidores corrigindo posições após as quedas recentes do cereal. Os papéis para março fecharam em alta de 1,53%, para a US$ 5,1550 o bushel.






