
O Ministério da Agricultura confirmou um novo caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma propriedade rural com aves domésticas de subsistência, localizada em Acorizal (MT). O foco da doença foi detectado após o criador identificar mortes repentinas dos animais, informou o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) na sexta-feira (16/1).
O caso também foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP), referência para análises das amostras colhidas de aves doentes. Desde então, medidas de contenção e erradicação da doença foram aplicadas pelo Indea.
“O Indea reforça que não há risco à saúde humana pelo consumo de carne de frango ou ovos, e que os alimentos podem ser consumidos com segurança, e acrescenta que a presença do vírus na propriedade rural não afeta a atividade avícola comercial de Mato Grosso”, afirmou o instituto no comunicado.
De acordo com o órgão estadual, foi instalada uma barreira sanitária na propriedade afetada para controlar o trânsito de animais, materiais e equipamentos potencialmente contaminados. Além disso, as instalações onde ficavam as aves contaminadas foram limpas e desinfetadas.
Houve também abate sanitário de aves existentes no local para evitar que o vírus se alastrasse. As aves sacrificadas foram enterradas em valas.
O Indea ainda instalou vigilância em propriedades rurais em um raio de três quilômetros (zona perifocal), e no raio de dez quilômetros (zona de vigilância) do foco da doença.
Atualmente Mato Grosso já está em emergência zoossanitária desde 24 de dezembro, por conta de um foco de gripe aviária detectado em Cuiabá. O Indea ressaltou que este caso está sob controle e com a propriedade em vazio sanitário, impedida de abrigar aves por um período de 28 dias.






