
O cacau registrou forte baixa na bolsa de Nova York nesta sexta-feira (9/1), com uma série de fatores que levaram as cotações aos valores mais baixos em seis semanas na bolsa. Os contratos para março tiveram baixa de 12,05%, cotados a US$ 5.345 a tonelada.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural
De acordo com análise da Barchart, à medida que os investidores aproveitaram a alta de quinta-feira, que levou os preços à máxima em uma semana, hoje eles atuaram na ponta vendedora dos futuros, embolsando lucros com movimento da sessão anterior.
O desmonte de posições se intensificou também após o dólar no mercado externo atingir a máxima em quatro semanas. Esse cenário macro deixa os ativos negociados em bolsa menos atrativos para os investidores, e serviu também como base para queda das outras “soft” commodities em Nova York.
Café
O café se desvalorizou após previsões otimistas de clima para as lavouras do Brasil. Os contratos do arábica com entrega em março de 2026 cederam 3,95%, para US$ 3,5765a libra-peso.
De acordo com a Barchart, o café despencou após previsão de chuvas no centro do Brasil na próxima semana. O clima mais quente e seco dos últimos dias estava dando suporte para o café na bolsa.
Suco de laranja
O preço do suco de laranja caiu pela segunda sessão consecutiva na bolsa de Nova York. Os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para março fecharam em forte queda, de 6,32%, para US$ 2,0365 a libra-peso.
Açúcar
O açúcar demerara fechou a sessão em Nova York com preços em leve queda. Os contratos para março recuaram 0,53%, para um valor de 14,89 centavos de dólar a libra-peso.
Algodão
No mercado do algodão, por sua vez, os papéis com mesmo vencimento caíram 0,08%, a 64,41 centavos de dólar por libra-peso.






