
O agronegócio brasileiro sempre foi feito de decisão. Decisão de plantar ou esperar, de investir ou preservar caixa, de crescer, diversificar ou segurar o risco. Do campo à indústria, do pequeno produtor ao grande grupo empresarial, decidir bem sempre foi parte essencial do sucesso.
Mas o ambiente em que essas decisões são tomadas mudou — e segue mudando rápido.
Clima mais imprevisível, mercados internacionais voláteis, variações cambiais, decisões geopolíticas, pressão por eficiência, sustentabilidade e acesso a capital tornaram cada escolha mais complexa e com impactos maiores. Mesmo com mais dados, tecnologia e informação disponíveis, muitos empresários, investidores e executivos do agro ainda seguem tomando decisões estratégicas sozinhos, apoiados apenas na própria experiência ou em círculos muito restritos de confiança.
Esse modelo começa a mostrar seus limites.
Em múltiplos outros setores da economia, especialmente aqueles mais expostos a riscos institucionais, necessidade obrigatória por governança e capital intensivo, tornou-se comum recorrer a Conselhos Consultivos profissionais e externos — formados por pessoas que já enfrentaram situações semelhantes, atravessaram diferentes ciclos de mercado, erraram, acertaram e aprenderam com as consequências de cada decisão. O que vem mudando é a compreensão de que esse tipo de apoio não é privilégio de multinacionais – principalmente no agro, nos alimentos e nas Commodities.
Hoje, Conselhos Consultivos e Conselheiros Seniores profissionais podem — e merecem — ser acessados por grupos familiares, operadores agrícolas, indústrias, empresas de alimentos, químicas, tradings, bancos, corretoras, securitizadoras e demais agentes do ecossistema de commodities. Em muitos casos, são justamente esses negócios que mais se beneficiam da experiência profunda externa, por estarem mais expostos ao risco e à concentração decisória.
No agro brasileiro, essa prática ainda é pouco difundida, mas ganha relevância à medida que o setor se torna mais sofisticado, integrado ao mercado global e cada vez mais exigente em governança e performance. Isso se agrava, pela característica do setor das agro commodities, onde ainda não existe formação profissional e técnica que acelere o processo de desenvolvimento das lideranças atuais e futuras.
“O agro é altamente cíclico. Quando uma empresa conta com quem já atravessou dezenas de safras e ciclos completos de demanda, ela passa a reconhecer padrões, antecipar riscos, acelerar resultados e evitar decisões viciadas”, afirma João P. Almeida, fundador da J.PACTA.
A proposta dos Conselhos Consultivos externos é justamente conectar a experiência acumulada ao longo de muitos anos com os desafios modernos do negócio. Não se trata de substituir a liderança, mas de fortalecê-la — ajudando empresas a errar menos, acelerar decisões, proteger resultados e ganhar clareza nos momentos mais críticos.
Esses conselhos costumam atuar em dois tipos de situação. A primeira envolve melhoria de performance: definição e execução de estratégia, reorganização de processos, sucessão familiar, profissionalização da gestão e preparação para ciclos de crescimento ou recuperação. A segunda está ligada a decisões de investimento e risco, como expansão de operações, entrada em novos mercados, avaliação de projetos, aquisições, desinvestimentos e alocação de capital.
A diferença está no tipo de apoio oferecido. Não é consultoria genérica nem um conselho apenas formal. São profissionais que já estiveram “na cadeira”, lideraram operações agrícolas, industriais, comerciais e financeiras, e conhecem, na prática, o peso e as consequências de cada decisão.
A J.PACTA reúne conselheiros seniores com 25 a 45 anos de experiência em empresas líderes no Brasil e no exterior, atuando em diferentes cadeias produtivas e funções — da produção e indústria ao trading, finanças, inovação, qualidade e supply chain. Essa diversidade permite uma leitura mais ampla e realista dos desafios enfrentados pelo agro brasileiro em suas múltiplas realidades.
Em um ambiente marcado por maior volatilidade e menor previsibilidade, esse tipo de apoio deixa de ser um luxo e passa a ser uma ferramenta de competitividade. Modelos mais flexíveis de Conselhos Consultivos tornaram possível acessar profissionais de referência fora do círculo pessoal dos executivos e investidores, independentemente do porte da empresa, sem engessar a operação e sem perder agilidade.
No fim, a mensagem é simples — e profundamente humana. Todos nós lembramos de quem esteve ao nosso lado nos momentos mais difíceis da vida e da carreira. No agro, onde decisões moldam não apenas resultados, mas também histórias e legados, ninguém precisa — nem deveria — decidir sozinho.
“Tomar decisões sozinho não é mais motivo de orgulho. Quando sabemos que existem profissionais capazes de ajudar, compartilhar a decisão é um sinal de maturidade, responsabilidade e visão de futuro. E a gente sempre lembra quem estava ao nosso lado nas decisões e momentos mais difíceis”, conclui Mariana Caetano, Conselheira Senior associada J.PACTA.
No fim, todos lembramos de quem esteve ao nosso lado nos momentos mais difíceis da vida e da carreira. No agro, onde decisões moldam resultados, famílias e legados, fica a pergunta: tendo a oportunidade de contar com quem já passou por desafios semelhantes, faz sentido enfrentar as decisões mais críticas sozinho?
Sobre a J.PACTA
A J.PACTA é uma rede de Conselheiros Seniores (Senior Board Advisors) especializada em agronegócio, alimentos, energia, biocombustíveis e mercados de capitais de commodities. Atua conectando empresários, investidores e executivos a profissionais com experiência prática e profunda, por meio de Conselhos Consultivos, Board-as-a-Service e aconselhamento estratégico, apoiando decisões críticas de negócios.
A rede, em expansão internacional e referência no setor, reúne executivos e líderes que atuaram em empresas globais, em múltiplas cadeias produtivas e diferentes regiões do mundo, oferecendo uma abordagem que combina experiência real, visão estratégica e governança aplicada. Todos da rede se movem por um propósito único e comum de que: O AGRO pode — e merece — MAIS.
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