
O café seguiu com preços em baixa na bolsa de Nova York, diante da manutenção do otimismo com a oferta. Os lotes que vencem em maio fecharam em queda de 0,90% nesta quinta-feira (26/2), a US$ 2,8230 a libra-peso.
Com a recuperação dos principais produtores, a safra global de café pode atingir, pela primeira vez, 180 milhões de sacas no ciclo 2026/27, de acordo com projeção divulgada esta semana pelo Rabobank. A projeção indica elevação de 8 milhões de sacas se comparado com a temporada anterior.
O banco holandês ressaltou que a previsão será puxada pelas projeções com a safra brasileira, que neste momento tem boas condições climáticas para o novo ciclo.
Cacau
Em dia de ajustes técnicos, os preços do cacau subiram em Nova York. Os lotes da amêndoa para maio avançaram 0,36%, a US$ 3.063 a tonelada
Com as cotações nos menores patamares em três anos no cenário externo, investidores agora atuam na compra de papéis.
Enquanto isso, o pano de fundo para a tendência de queda ainda prevalece. O mercado mantém suas atenções no acúmulo dos estoques no oeste da África, principal região produtora da amêndoa, e ainda condições de clima favoráveis para as lavouras da região.
Açúcar
Os preços do açúcar encerraram a sessão em Nova York próximos da estabilidade. Os papéis para maio tiveram baixa de 0,36%, a 13,95 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
O suco de laranja avançou na sessão desta quinta. O contrato para maio subiu 1,68%, cotado a US$ 1,7845 por libra-peso.
Algodão
O preço do algodão caiu na bolsa de Nova York após a alta na véspera. O contrato para maio recuou 1,22%, para 65,36 centavos de dólar por libra-peso.





