O cacau registrou mais uma forte queda na bolsa de Nova York, com a indicação de queda na demanda pela amêndoa. Nesta quinta-feira (15/1), os lotes que vencem em março tiveram baixa de 2,44%, a US$ 4.966 a tonelada.
Os preços responderam aos novos dados de moagem de cacau na Europa, principal região consumidora da amêndoa do mundo. O processamento registrou queda de 8,3% no quarto trimestre de 2025 se comparado com o mesmo período no ano anterior. Foram processadas 304,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Europeia do Cacau.
O recuo reportado pela entidade ficou acima das expectativas de analistas consultados pela Bloomberg, que esperavam retração de 3% nas moagens.
No fechamento de 2025, o processamento de cacau na Europa totalizou 1,32 milhão de toneladas, com recuo de 6,3% se comparado com o resultado de 2024.
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Como já pontuado por analistas, a retração nas moagens é fruto de um cenário adverso para o cacau, que enfrentou preços recordes em 2024, e ainda segue em patamares historicamente elevados.
Café
O café mantém o “sobe e desce” na bolsa de Nova York, com investidores aguardando novidades sobre o mercado. Na sessão de hoje, os lotes do arábica para março fecharam em alta de 0,59%, para US$ 3,5810 a libra-peso.
Açúcar
A sessão foi de preços mais baixos para o açúcar. Os papéis do demerara com entrega para março fecharam em queda de 0,75%, para um valor de 14,57 centavos de dólar a libra-peso.
Suco de laranja
Nos negócios do suco de laranja em Nova York, os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para março fecharam em alta de 0,94%, para US$ 1,9950 a libra-peso.
Algodão
O preço do algodão registrou leve queda na sessão desta quinta. Os contratos da pluma com entrega para março caíram 0,43%, a 64,71 centavos de dólar a libra-peso.