Os preços do cacau fecharam em queda na bolsa de Nova York, na sessão de hoje. O contrato mais negociado, para maio de 2026, ajustou para US$ 3.078 por tonelada (-0,81%). O vencimento de julho encerrou o dia valendo US$ 3.131 (-1,17%).
Os compradores estão resistentes em pagar os preços oficiais aos produtores na Costa do Marfim e em Gana, na África Ocidental, que estão muito acima dos preços mundiais atuais. Consequentemente, a falta de compradores está aumentando a oferta, segundo análise da Barchart.
No Brasil, o Ministério da Agricultura suspendeu temporariamente a importação de cacau proveniente da Costa do Marfim, maior país produtor do mundo. Segundo a pasta, a suspensão tem como base “possíveis implicações fitossanitárias e fatos de triangulação de amêndoas fermentadas e secas de cacau” associada ao elevado fluxo de grãos de países vizinhos – como Gana, Guiné e Libéria – para a Costa do Marfim.
Café
O preço do café encerrou os negócios em alta de mais de 2% na bolsa de Nova York. O contrato para maio, com maior volume de negócios, fechou o dia valendo US$ 2,8550 por libra-peso (+2,68%). Os lotes para julho de 2026 foram cotados a US$ 2,8030 por libra-peso (+2,45%).
Açúcar
Os preços do açúcar encerraram a sessão com estabilidade. O contrato para maio, de maior volume negociado, ajustou para 14,01 centavos de dólar por libra-peso (+0,07%). Julho fechou a 14 centavos de dólar por libra-peso (+0,29%).
Algodão
Os preços do algodão subiram na bolsa de Nova York, na sessão de hoje. O contrato para maio de 2026 ajustou para 65,56 centavos de dólar por libra-peso (+0,64%).
Suco de laranja
O dia foi de alta para o suco de laranja na bolsa de Nova York. O contrato para maio subiu 6,04% e fechou em US$ 1,7550 por libra-peso.
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