
Diante de um cenário de queda nos preços pagos ao produtor de arroz, entidades do agronegócio gaúcho solicitaram ao Ministério da Agricultura a adoção de medidas políticas e administrativas em caráter de urgência.
Em reunião com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, os representantes do setor solicitaram o alongamento das operações de custeio com recibo de depósito, referentes à safra 2025/2026; a intensificação da fiscalização quanto à tipificação do arroz beneficiado comercializado no mercado brasileiro, especialmente no que se refere aos produtos oriundos de importação, garantindo transparência e proteção ao consumidor; e a alocação de recursos para instrumentos de apoio à comercialização no âmbito da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).
O ofício entregue ao ministério é assinado pela Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e Cooperativa de Cereais de Camaquã (Coopacc).
As três entidades entendem que tais medidas são fundamentais para preservar a sustentabilidade econômica da produção arrozeira. “Também evitam a retração da área plantada e garantem a continuidade do abastecimento interno de um dos principais alimentos da mesa do brasileiro”, destacam as três entidades.






