A movimentação de cargas pelos portos do Arco Norte alcançou 163,3 milhões de toneladas em 2025, alta de 10,33% no comparativo anual, informou nesta quinta-feira (19/2) o Ministério de Portos e Aeroportos com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O desempenho foi impulsionado pelas exportações de soja e milho.
A oleaginosa representou quase 30% de tudo o que passou pelos portos nortistas. Os embarques de soja somaram 48,6 milhões de toneladas, um avanço de 19,24% no ano.
O milho acompanhou a tendência de alta e atingiu 34,4 milhões de toneladas, crescimento de 6,26%. Juntos, os dois grãos representaram mais da metade de toda a movimentação nos portos da região (50,8%).
“Esses mais de 10% de crescimento provam que o Norte não é apenas uma alternativa logística, mas uma nova fronteira de eficiência do Brasil. Quando o agronegócio consegue escoar sua safra de forma mais rápida e barata pelos portos dessa região, nós ganhamos competitividade no mundo e levamos novos negócios, empregos e desenvolvimento para o interior da região amazônica”, disse o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em nota.
Com o avanço de dois dígitos na movimentação de cargas, o Arco Norte teve o maior crescimento percentual entre os portos do Brasil e superou a média nacional, que ficou em 6,1%.