
Ainda que as previsões apontem para uma safra recorde no Brasil em 2025/26, a colheita no país começa a perder ritmo e traz preocupação para o mercado. Com algum receio sobre impactados na oferta, o indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) teve alta de 0,85% nesta sexta-feira (13/2), a R$ 127,27 a saca.
Com excesso de chuvas em algumas áreas produtoras, algumas consultorias já indicam problemas para a colheita. De acordo com a Royal Rural, a ceifa chegou a 13,7% da área, aquém dos 27,3% colhidos nessa mesma época do ano passado.
Já na visão da Pátria Agronegócios, os trabalhos chegaram a 22,30% da área total. Um ano antes, o índice era de 16,78%. Apesar do avanço, a Pátria disse que a colheita perdeu ritmo em meio a chuvas excessivas no centro-norte brasileiro.
Já no cenário externo, a soja caiu na bolsa de Chicago após realização de lucros. Os contratos com entrega para março fecharam a sessão em baixa de 0,37%, para US$ 11,33 o bushel.
Nas demais praças do Brasil, levantamento da AgRural mostra a saca de soja em Ponta Grossa (PR) a R$ 122, estável em relação ao dia anterior. Em Passo Fundo (RS), a saca terminou o dia cotada a R$ 121, queda de R$ 2. Em Primavera do Leste (MT), o valor foi de R$ 108, estável. Já em Luis Eduardo Magalhães, a soja também ficou estável, em R$ 112.





