Pressionado pelo sentimento de ampla oferta, o cacau se mantém com preços em queda na bolsa de Nova York. Nesta sexta-feira (13/2), os lotes para maio recuaram 1,37%, a US$ 3.673 a tonelada.
A cada semana crescem os relatos de acúmulo de cacau nos portos da Costa do Marfim e Gana, os dois maiores produtores mundiais da amêndoa.
Somado a isso, análise da Hedgepoint Global Markets mostra que as chuvas nos dois países estão acima da média, quadro que deve favorecer o desenvolvimento da safra intermediária.
Por fim, o site Mercado do Cacau lembra que o aumento dos estoques certificados de cacau na bolsa também pressiona o mercado. “Esse crescimento reforça a percepção de oferta confortável no curto prazo e reduz a urgência compradora por parte da indústria, contribuindo para a manutenção da pressão sobre as cotações”.
Suco de laranja
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) praticamente apagou as perdas de ontem na bolsa de Nova York. Os contratos para maio, que na véspera caíram quase 9%, fecharam a sessão de hoje em alta de 6,8%, a US$ 1,7490 a libra-peso.
Açúcar
O açúcar demerara fechou a sessão com preços em leve alta. Os lotes para maio avançaram 0,07%, a 13,49 centavos de dólar a libra-peso.
Café
O café foi outra agrícola que pouco oscilou em Nova York. Os papéis do arábica para maio tiveram alta de 0,29% , negociados a US$ 2,9830 a libra-peso.
Algodão
Nos negócios do algodão, por sua vez, os futuros com vencimento em maio recuaram 0,31%, a 64,13 centavos de dólar a libra-peso.