
Nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera em todos os cenários simulados de primeiro turno para as eleições presidenciais de 2026.
Cenário com Ratinho Jr.
No primeiro teste, Lula registra 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 30%, e Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, com 10%. Romeu Zema (Novo) e Aldo Rebelo (DC) aparecem com percentuais menores, enquanto nulos, brancos e não sabem somam o restante.
Simulação com Ronaldo Caiado
Ao substituir Ratinho por Ronaldo Caiado (PSD), governador de Goiás, Lula sobe para 40%, com Flávio Bolsonaro em 32% e Caiado em 6%. Zema marca 4%, empatado tecnicamente com outros nomes dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
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Teste incluindo Eduardo Leite
No terceiro cenário, com Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, Lula mantém 40%, Flávio Bolsonaro fica em 32%, e Leite registra 5%, empatado com Zema (4%) e Rebelo (3%). A pesquisa reforça a liderança petista sobre adversários da direita e centro.
Metodologia do levantamento
O estudo ouviu 2 mil eleitores em todo o país, entre 6 e 7 de fevereiro, por entrevistas presenciais, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Registrado no TSE sob o protocolo BR-06428/2026, foi realizado com recursos próprios do instituto.
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Meio/Ideia
A primeira pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ano de 2026, da Meio/Ideia, também apontou Lula na liderança absoluta em todos os cinco cenários simulados de primeiro turno para as eleições presidenciais, com percentuais variando entre 40% e 44% das intenções de voto contra os adversários.
No principal cenário, Lula registrou 40,2% contra 32,7% de Tarcísio de Freitas, com Zema e Caiado empatados em 5,5%, Renan Santos (Missão) em 0,5% e Aldo Rebelo (DC) em 0,4%; brancos/nulos somam 3,6% e indecisos, 11,8%. Em outras simulações, o presidente mantém liderança similar, superando adversários em até 15 pontos. A liderança é registrada mesmo com o índice de rejeição de Lula, que é o maior entre os testados.
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Como funcionam as pesquisas eleitorais?
Pesquisas eleitorais funcionam como levantamentos científicos de opinião pública para medir intenções de voto, aprovação de candidatos ou avaliação de governos, baseando-se em amostras representativas da população eleitora. No Brasil, elas devem ser registradas no TSE antes da divulgação, com detalhes sobre metodologia, margem de erro e período de coleta, garantindo transparência conforme a lei eleitoral.
Os institutos definem o universo (ex.: eleitores aptos em um estado ou país) e selecionam uma amostra aleatória estratificada por critérios como idade, gênero, renda, região e escolaridade, geralmente entre 1.500 e 3.000 entrevistados para margem de erro de 2-3 pontos percentuais a 95% de confiança. Entrevistas ocorrem por telefone (fixo ou celular aleatório), face a face (domiciliar ou em pontos de fluxo como ruas movimentadas) ou online, com questionários padronizados incluindo cenários espontâneos (eleitor cita nomes livremente) e estimulados (lista de candidatos fornecida).
Incluem intenção de voto em 1º e 2º turnos, rejeição, opiniões sobre propostas e dados demográficos para ponderação estatística, corrigindo desvios da amostra real pelo censo ou urnas anteriores. Resultados são ajustados por estatísticos, excluindo brancos, nulos e indecisos em alguns cálculos, e divulgados com gráficos de cenários variados para captar tendências eleitorais.
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