
A última sessão da semana foi de alta para a maior parte das commodities agrícolas na bolsa de Nova York. Cacau, açúcar e suco de laranja encerraram o dia com valorização nos principais contratos. Algodão e café arábica seguiram tendência oposta e caíram nesta sexta-feira (16/1).
O preço do cacau teve alta de mais de 2%. O contrato para março de 2026 ajustou para US$ 5.076 por tonelada, valorização de 2,22%. O vencimento maio de 2026 encerrou a sessão valendo US$ 5.151, aumento de 2,14%.
Já o preço do café caiu quase 1%. O contrato para março de 2026 encerrou cotado a US$ 3,5530 por libra-peso (-0,78%). Já o vencimento maio de 2026 ajustou para US$ 3,3750, retração de 0,85%.
Outro que caiu foi o algodão. Os contratos da pluma com entrega para março caíram 0,08%, a 64,66 centavos de dólar a libra-peso.
Os contratos futuros do açúcar terminaram o dia com alta firme em Nova York, embora ainda se mantenham abaixo do patamar de 15 centavos de dólar por li bra-peso. Os papéis do demerara com entrega para março fecharam em alta de 2,68%, para um valor de 14,96 centavos de dólar a libra-peso.
Nos negócios do suco de laranja cotados na bolsa de Nova York, os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês), com vencimento para março, fecharam em forte alta de 4,51%, para US$ 2,0850 a libra-peso. A restrição na oferta global da bebida e recuos nas exportações brasileiras contribuem para manter os preços internacionais do suco em patamar elevado.
Dados mais recentes da indústria indicam que, no primeiro semestre da safra atual (de julho a dezembro de 2025) o Brasil exportou 394,7 mil toneladas de suco de laranja concentrado e congelado equivalente, uma queda de 8,1% em relação ao mesmo período da temporada anterior, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR). O país é o maior exportador global da bebida.






