O café seguiu valorizado na bolsa de Nova York após uma alta que chegou a 4% na véspera. Os contratos do arábica com entrega em março de 2026 subiram 0,43%, negociados a US$ 3,7545 a libra-peso.
O café reagiu às informações de clima desfavorável para o Brasil, principal exportador do tipo arábica. Citando informações da Somar Meteorologia, a Barchart destacou que as chuvas na maior região produtora de café do Brasil, Minas Gerais, atingiram 67% da média histórica na primeira semana de janeiro. Esse cenário traz preocupação para o desenvolvimento da safra 2026/27, que será colhida no meio do ano.
Ainda segundo a Barchart, o grão se valorizou nesta quarta depois que o real atingiu a maior cotação em um mês frente ao dólar na terça-feira. Esse é um cenário de câmbio que desestimula as exportações dos cafeicultores brasileiros.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural
Suco de laranja
O destaque de alta na sessão ficou com o suco de laranja, que disparou pela segunda sessão consecutiva. Os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para março fecharam em alta de 5,54%, para US$ 2,20 a libra-peso.
Açúcar
Nos negócios do açúcar, os lotes com entrega para março de 2026 fecharam em alta de 1,49% na bolsa de Nova York, cotados a 14,98 centavos de dólar a libra-peso.
Cacau
O cacau fechou a sessão com preços em queda. Os lotes do produto para março caíram 0,66%, a US$ 5.915 a tonelada.
Algodão
No mercado do algodão em Nova York, os papéis com vencimento em março fecharam em queda de 0,32%, a 64,85 centavos de dólar por libra-peso.