No primeiro pregão do ano na bolsa de Nova York, o cacau registrou uma baixa expressiva, direcionada pelas boas condições para a safra 2025/26. Os futuros com entrega para março fecharam em forte queda, de 3,20%, cotados a US$ 5.871 a tonelada.
As cotações caíram após a consultoria Tropical General Investments Group afirmar que as condições de clima favoráveis devem impulsionar a colheita de cacau nos próximos dois meses na Costa do Marfim e em Gana, os dois maiores produtores mundiais da amêndoa.
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Segundo a Barchart, os produtores locais relatam vagens maiores e mais saudáveis ​​em comparação com o mesmo período do ano passado.
A Mondelez, uma das maiores fabricantes de chocolates do mundo, afirmou recentemente que a última contagem de vagens de cacau na África Ocidental está 7% acima da média dos últimos cinco anos e é “substancialmente maior” do que a safra do ano passado.
“A colheita da principal safra da Costa do Marfim já começou e os agricultores estão otimistas quanto à sua qualidade”, disse a Barchart.
Açúcar
O açúcar também registrou forte baixa na sessão, com investidores embolsando lucros. Os contratos com entrega para março do ano que vem tiveram queda de 2,73%, cotados a 14,60 centavos de dólar a libra-peso.
Café
O café arábica voltou a subir na bolsa de Nova York após a queda registrada na última sessão. Os contratos do arábica para março avançaram 2,45%, para US$ 3,5730 a libra-peso.
Suco de laranja
Nas negociações do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês), os lotes para março fecharam em queda de 1,79%, para US$ 1,9760 a libra-peso.
Algodão
Os papéis do algodão em Nova York seguem com pouca oscilação, diante de um balanço entre oferta e demanda folgado. Os contratos com vencimento em março tiveram baixa de 0,40%, cotados a 64,01 centavos de dólar a libra-peso.