
A partir deste 1º de janeiro de 2026, o Brasil dá início a uma das maiores mudanças do seu sistema fiscal nas últimas décadas: a fase de transição da Reforma Tributária. Entram em cena dois novos tributos — a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unificará impostos estaduais e municipais.
Neste primeiro momento, porém, não haverá cobrança efetiva: os novos impostos serão apenas informados nas notas fiscais, enquanto tributos como ICMS, IPI e ISS continuam valendo.
O País passa, assim, a conviver simultaneamente com o sistema antigo e o novo, um modelo transitório que deve se estender até 2030 e que levanta preocupações sobre complexidade, insegurança jurídica e impacto para empresas.
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Mudança começa hoje e exige adaptação gradual
A transição marca o início da substituição do atual emaranhado de tributos sobre o consumo por um modelo mais simples e uniforme. No entanto, até que a migração seja concluída, empresas e governos precisarão lidar com dois regimes tributários ao mesmo tempo.
Em entrevista à Jovem Pan News Fortaleza – 92,9, o deputado federal e professor Mauro Filho explicou que essa convivência é prevista na própria reforma e faz parte do processo de adaptação.
Segundo ele, trata-se de um período inevitável para que o novo sistema seja testado, ajustado e regulamentado antes de entrar plenamente em vigor.
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Saiba o cronograma de implantação da Reforma Tributária
2026 → Início da transição com testes de IBS e CBS.
2027 → Ajustes graduais e compensações para estados e municípios.
2028 → Expansão da aplicação dos novos tributos em mais setores.
2029 → Consolidação dos regimes especiais e revisão de impactos.
2030 → Implementação plena da Reforma Tributária com IBS e CBS substituindo os tributos atuais
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